Uma experiência de Anna Marie Holm no Brasil – por Monica Del Monaco

No dia 12 de agosto, tive a oportunidade de participar de uma vivência com a Artista Plástica Anna Marie Holm no Centro Cultural São Paulo.
Foi muito bom tê-la visto de perto e ouvi-la falar com fascínio sobre o trabalho que desenvolve com os bebês.
Eu que já a admirava, continuarei divulgando o desenvolvimento da criação artística desde os 5 meses de idade.
Mas infelizmente, o Centro Cultural São Paulo mostrou uma desorganização total e com isso, minha experiência não atingiu minhas expectativas.
Fiquei constrangida.
Primeiro mudaram a sala e ninguém do centro cultural e pessoas responsáveis pelo evento souberam informar onde aconteceria.
Começou portanto com atraso.
Depois eu vi pessoas com caixas de papelão e então soube que telefonaram, para algumas pessoas, informando que deveriam levar alguns materiais, além de caixas, uma roupa para ser pintada. Ligaram-me somente para confirmar a minha presença.
Colocaram-nos em uma sala de ensaio de balé, com o chão forrado, claro que naquele lugar não poderia acontecer uma vivência ao estilo Baby-Art.
Ficamos 4 horas sentadas em bancos sem encosto! Muito desconfortável! Na verdade foram 3 horas, pois teve um intervalo e uma atividade com um pouco de papel sulfite que não foi suficiente para todos, giz de cera e lápis de cor.
As tintas não chegaram!
Como assim? Anna Marie sem tinta?
Não vamos pintar as roupas que algumas pessoas trouxeram?
Naquela sala forrada, não poderíamos sujar com tinta.
Pelo menos algumas caixas foram usadas pelas professoras que se esforçaram para aproveitar aquele momento, pois não sabiam quando Anna Marie voltaria ao nosso país!
Por fim, fiquei sabendo que além dessa falta de organização, eles só pagaram a passagem de vinda, e não pagaram a passagem de volta.
Ah! E não pagaram o trabalho dela!
Com toda esta história, fiquei curiosa em saber onde ela ficou hospedada e como se alimentou!
Foi um verdadeiro desrespeito.

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